Humaitá II inicia o ano letivo com projeto ‘Que CPII Queremos?’

Professores e tecnicos do H2 participantes do projeto

 

Na abertura do ano letivo de 2018, que aconteceu nesta quarta-feira, 11/4, o Campus Humaitá II apresentou aos alunos o projeto “Que CPII Queremos?, uma proposta de trabalho interdisciplinar que será construída ao longo deste ano por toda a comunidade escolar e terá como espinhal dorsal o respeito.

 

Desde a abertura dos portões professores e técnicos vestidos com a camisa do projeto, cujo símbolo é uma árvore, com os dizeres “Que CPII Queremos” instigavam os estudantes. Na hora do intervalo, nos dois turnos, os alunos foram surpreendidos com a execução da marcha-rancho “Os quereres do Humaitá”, composta pelos professores de Educação Musical Monica Lemos (música e letra), Milena Tibúrcio (letra) e de Física Filipe de Moraes (letra).

 

Carta

Segundo a diretora pedagógica do campus, professora Cláudia Monteiro, a ideia do movimento surgiu a partir de uma série de reuniões realizadas com os coordenadores pedagógicos, Napne e Sesop. “Na primeira reunião foi lida uma carta que expressava a delicadeza do momento em que estamos vivendo em nossa sociedade e, consequentemente, em nossa escola e a necessidade de reflexão sobre as nossas práticas pedagógicas”, ressaltou a diretora.

 

“CPII que Queremos” foi ganhando contorno durante esses encontros, e ficou definido que os próprios estudantes deveriam propor os temas a serem trabalhados. “Fizemos várias reuniões até chegar ao modelo que temos hoje para o projeto, mas ele não está acabado, pelo contrário, começa agora de fato a ser construído, com a participação dos discentes, professores e técnicos”, explicou Cláudia Monteiro.

 

Alunos professores e tecnicos cantam a marchinha Foto: Alunos, professores e técnicos na Aula Inaugural do campus

 

Consulta

 

De acordo com a metodologia proposta, os estudantes vão escolher os temas transversais por meio de uma consulta online que será conduzida pelo Sesop. Os temas escolhidos serão escritos em flores produzidas pelos estudantes e depois coladas em duas árvores confeccionadas pela equipe de Educação Artística do campus e que já se encontram na entrada do colégio.

 

Essa simbologia da árvore, segundo Cláudia, remete à ideia de uma evolução contínua e com grande potencial de transformação, uma vez que está sempre crescendo e multiplicando seus troncos, folhas e frutos. “São os valores que agora cultivamos que vão gerar frutos para o futuro: o ‘CPII que Queremos’”, observou a diretora, que é professora de Biologia e Ciências.

 

GTS

 

Os temas apontados pelos alunos serão então trabalhados pelos professores em quatro grupos de trabalho: Cine-debate; Exposições; Eventos com convidados Externos; e Qualidade de Vida.

 

Durante o desenvolvimento do projeto, os pais e responsáveis também serão convidados para participar das exposições dos trabalhos realizados pelos estudantes ao longo do ano letivo de 2018.

 

O que eles acharam:

“Gostei da marchinha, que estimula a mudança para um Pedro II melhor.”

Erick Mesquista – 9º ano

“Gostei muito da marchinha. Não esperava uma recepção dessas.”

Mariana Macedo – 6º ano

“Acho que os alunos ficaram surpresos com essa iniciativa do campus. A ideia agora é que participem desse movimento para transformarmos de fato o campus.”

Ana Cândia Brandão – professora de Francês

“Achei essa proposta muito interessante. O movimento aproximou a direção dos professores e técnicos. Agora é fazer a aproximação com os alunos. Esse é um trabalho de formiguinha.”

Fábio Fernandes – Técnico em Assuntos Educacionais

 

 

Assessoria de Comunicação Social

Setor de Comunicação Social do Campus Humaitá II

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